MARECHAL-DO-AR ARMANDO FIGUEIRA
TROMPOWSKY DE ALMEIDA


CONSOLIDADOR DO MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA
PATRONO DA CADEIRA Nº 6 DA GALERIA DE PATRONOS DO INCAER

Cel Av João Vieira de Sousa e Cel Av Celso Paulino da Silva


O nome Trompowsky inscreveu-se na história das Forças Armadas brasileiras, pelo desempenho que nelas tiveram dois grandes brasileiros, pai e filho. O primeiro, o Marechal Roberto Trompowsky Leitão de Almeida, Patrono do Magistério Militar do Exército, e o segundo, o Marechal-do-Ar Armando Figueira Trompowsky de Almeida, Consolidador do Ministério da Aeronáutica.
Este nome, que ilustra uma admirável família brasileira, vem de Ana Elizabeth Von Trompowsky, nascida na Polônia, no início do século passado. Seu pai representava, junto à Corte Brasileira, aquele país. Às tantas, o nobre povo polonês começou a se revoltar contra a tutela direta e indireta da Rússia, em conseqüência do Congresso de Viena, que reformulou o destino da Europa, após Napoleão sair do palco dos acontecimentos.
A Rússia decide impor medidas rígidas para assegurar o estado de coisas estabelecido. O pai de Ana Elizabeth, chamado à Polônia, decide permanecer no Brasil.
A esta altura, o denominado movimento de colonização do Brasil, iniciado graças à visão de estadista de D. João VI, já se encontrava em pleno desenvolvimento. De Norte a Sul, implantavam-se as famosas colônias formadas por filhos de muitos países, principalmente da Europa.
Dentro desse quadro, cabe destacar a Colônia de São Pedro de Alcântara , junto à então cidade de Desterro, a qual, em 1894, passou a se chamar Florianópolis. A região atraía os europeus, tanto que, a seguir, surgiriam as Colônias de Itajaí, Blumenau, Joinvile e outras.
Certamente atraído pelos encantos daquelas paragens, decidiu o pai de Ana Trompowsky mudar-se para a cidade de Desterro. Ali ela conheceu José Leitão de Almeida, com quem vem a se casar. Desse matrimônio nasceram dois filhos: Roberto Trompowsky Leitão de Almeida e Oscar Trompowsky Leitão de Almeida. O primeiro seguiu a carreira militar, e o segundo, a de engenharia civil.
Em 1869, a família regressou ao Rio. O filho Roberto assentou praça com destino à Escola Militar, na qual ingressou em 1871. Nos primeiros postos, revelou-se sua inteligência e outros predicados. Dentre estes, ressaltavam seus pendores para o magistério. Como Capitão, foi assistente de Analítica e Cálculo do grande Benjamin Constant. Prosseguiu sua grande carreira no Exército Brasileiro, sempre ligado à cultura e ao ensino.
A 8 de fevereiro de 1887, casa-se com a jovem Luísa de Andrade Figueira, filha do Conselheiro do Império, o Sr. Domingos de Andrade figueira.
Em 8 de fevereiro de 1919, aos 66 anos de idade, foi reformado no posto de Marechal . Faleceu a 2 de agosto de 1926. O Decreto nº 51.429, de 13 de março de 1962, o designou Patrono do Magistério do Exército.
Do seu casamento com Dª Luísa, nasceram quatro filhos, sendo uma mulher e três homens. Todos eles se tornariam, futuramente, em pessoas de grande participação e de excelente evidência na vida pública e social brasileira.
O primogênito viria a ser Ministro da Aeronáutica e a atingir o posto máximo da carreira: Marechal-do-Ar Armando Figueira Trompowsky de Almeida.Os outros dois foram : o Dr Otávio Trompowsky Leitão de Almeida (do Banco do Brasil S/A) e o Dr Roberto Trompowsky Jr. A filha casou-se com o Almirante-de-Esquadra Adalberto Menezes de Oliveira.

O Marechal-do-Ar Trompowsky, nascido a 30 de janeiro de 1889, iria em sua juventude viver, no século XX, os grandes acontecimentos da conquista do ar . Em 1901, com a dirigibilidade dos balões, Santos-Dumont arrebata o prêmio Deutsch de La Meurth, ao realizar, nos limites estabelecidos, o circuito que envolvia o contorno da Torre Eiffel. No Brasil o ufanismo toma conta de todos, sobretudo, quando em 1903, o ilustre patrício, vindo da Europa, é recebido triunfalmente.
Sob a orientação segura e inteligente de seus pais, Armando Trompowsky entra para a Escola Naval no início de 1906. A 23 de outubro desse ano, novamente se consagra Santos-Dumont no seu histórico vôo no 14-Bis. È de se imaginar o entusiasmo que deve ter envolvido os alunos daquela Escola voltada para o patriotismo , em plena formação . Sai da Escola em 1909 e, em 1914, já é Primeiro-Tenente.
Por decreto de 23 de agosto de 1916, é criada a Escola de Aviação da Marinha, que logo começa a formar pilotos. No ano seguinte, a 17 de abril, o Primeiro-Tenente Armando Trompowsky matricula-se nessa Escola, onde completa o curso de piloto a 3 de outubro do mesmo ano. Permanece ali como instrutor e em outras funções até 1921. Neste ano, é promovido a Capitão-Tenente. Vai para a Inspetoria da Marinha e, em 1923, para o Comando de Defesa Aérea do Litoral. Depois para o Comando da 2ª Esquadrilha de Bombardeio, Escola de Guerra Naval e Diretoria Geral da Aeronáutica e volta para a Escola de Guerra Naval. Em 1932, é promovido a Capitão-de-Corveta; em 33, a Capitão-de-Fragata. Em 34, serve na Escola de Aviação Naval. Em 35, vai a Capitão-de-Mar-e-Guerra. Em 1936 e 37, comanda a Escola de Aviação Naval. Exerce a Vice-Direção da Aviação Naval. Em 16 de fevereiro de 1940, é promovido a Contra-Almirante e assume a Direção Geral da Aeronáutica Naval.
Vem para o Ministério da Aeronáutica com a criação deste, em 20 de janeiro de 1941. Em novembro deste ano, assume a Chefia do recém –criado Estado-Maior da Aeronáutica. Em 1º de abril de 1942, é promovido a Major-Brigadeiro-do-Ar. Em abril de 1945, foi Delegado do Brasil na Conferência de Organização Internacional das Nações Unidas, realizada em San Francisco, nos EUA. Ainda nesse ano em 30 de outubro, deixa a Chefia do Estado-Maior para assumir as funções de Ministro da Aeronáutica, em conseqüência da renúncia do Presidente da República e, naturalmente, de todo seu Ministério.
No final do ano, é eleito o novo Presidente, o General Eurico Gaspar Dutra, que competira com o Brigadeiro Eduardo Gomes. A 31 de janeiro de 1946, o então Maj Brig do Ar Armando Tromposky é confirmado, pelo novo Presidente, no Ministério da Aeronáutica, função que exerceu até o final do mandato do Presidente Dutra, tendo sido exonerado das funções por decreto de 29 de janeiro de 1951.
Já era Tenente-Brigadeiro-do-Ar, posto a que fora promovido em 20 de setembro de 1946. No mesmo dia da sua exoneração , passa a exercer as funções de Ministro do Superior Tribunal Militar.
Foi promovido a Marechal-do-Ar em 30 de janeiro de 1959, vindo a falecer em 16 de janeiro de 1964. Ao ser criada a Galeria dos Patronos do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, seu nome foi aprovado para Patrono da Cadeira nº 6.
Na condução dos destinos da Aeronáutica Brasileira, Armando Trompowsky houve-se com elevado espírito patriótico e visão profissional de grande alcance. Pode ser considerado, com justiça, o Consolidador do Novo Ministério.
Havendo terminado a Segunda Guerra Mundial, o Ministro Trompowsky depara-se com os problemas que decorriam da consolidação do Ministério e do recebimento das bases americanas do Norte e Nordeste brasileiros. Com efetivos pequenos, naqueles locais, para que as bases fossem preservadas e mantidas em funcionamento, foi necessário utilizar os aspirantes da Escola de Aeronáutica e os oficiais da Reserva Convocada.
Ao término da Guerra, iniciava-se uma nova ordem de coisas. A evolução do equipamento aéreo pedia novas estruturas, pessoal capacitado e, sobretudo, a longo prazo, o desenvolvimento de uma indústria nacional como fator básico de independência, condição mandatória do Poder Aéreo.
Para a consolidação do Ministério da Aeronáutica, pelos Decretos-Leis nº 9.888 e 9.889, de 16 de setembro de 1946, o Ministro Trompowsky deu-lhe nova organização e reorganizou a Força Aérea Brasileira.
Com vistas a esses largos objetivos, uma série de providências se desenvolveram. Dentre elas cabe destacar:
- Criação da Diretoria de Ensino;
- Reorganização e ampliação do Estado-Maior da Aeronáutica;
- Reorganização das Unidades Aéreas;
- Reorganização das Bases Aéreas;
- Criação da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica;
- Criação do Curso de Tática Aérea;
- Criação da Escola Preparatória de Cadetes do Ar;
- Criação das Auditorias;
- Aquisição de prédio na Av. Marechal Câmara, reunindo nele os diversos órgãos do Min. Aeronáutica que se achavam espalhados em diversos prédios.
- Ampliação e instalação da Escola de Especialistas da Aeronáutica, em Guaratinguetá , São Paulo;
- Instalação do Curso de Oficial Mecânico, em Curitiba;
- O Correio Aéreo Nacional, no período da Administração do Ministro Trompowsky, estimulado pelo apoio oficial, bem como, fortalecido pela atualização profissional e um fluxo de novo material, conseqüências da nossa participação na Segunda Guerra Mundial , viveu uma grande expansão no seu memorável objetivo de integração nacional. Com os aviões C-47 e tripulações devidamente adestradas, iniciou as linhas sobre os Andes e penetrou a fundo pelo Brasil. Em março de 1964, inaugurou a primeira linha transandina para La Paz e, em 1947, a do Acre, integrando as Regiões Oeste e Amazônica do Brasil.
- Criação da Comissão de organização do Centro Técnico Aerospacial, cujas obras de construção iniciaram-se em 1947 e permitiram o funcionamento do ITA, em 1950;
- Criação dos Parques de Material Aeronáutico de Belém, Recife e Porto Alegre;
- Construção de duzentos e trinta e quatro aviões Fairchild PT-19;
- Criação da Comissão de Estudos Relativos à Navegação Aérea Internacional (CERNAI), órgão que viria a se firmar no campo internacional, como solução racional para defesa de nossos interesses no setor da Aviação Comercial; e
- Ativou e ampliou os Serviços de Proteção ao Vôo através dos Serviços Regionais de Proteção ao Vôo, tendo como órgão central a Diretoria de Rotas Aéreas;
- Ainda no Universo da Aviação Civil, muitos problemas foram enfrentados. Houve, após a Guerra, uma proliferação de companhias aéreas , conseqüência do baixo custo dos aviões que sobraram daquele conflito. Pelo controle das concessões de linhas e restrições às iniciativas aventureiras, aos poucos o problema foi sendo dominado. O Táxi Aéreo foi regularizado. Foi criada a homologação dos serviços técnicos. Expandiram-se as linhas de integração pelo mecanismo das subvenções. Ao final de 1949, o número de Aeroclubes atingira 331, dos quais 230 tinham escola de pilotagem ;
- Reaproveitamento de Oficiais da Reserva da F.A.B.

Pelo Decreto nº 9.889 foi reorganizada a Força Aérea Brasileira, tendo como pontos marcantes:
- Os Regimentos e Grupos passam a Grupos e Esquadrões, ficando mais adequados ao empregado na 2ª Guerra Mundial, recentemente terminada.
- Todas as Unidades Aéreas tiveram suas denominações e organizações mudadas; exceto os Grupos de Transportes.

Em decorrência daquele Decreto, por Portaria Ministerial, as Bases Aéreas tiveram uma organização harmonizada com a nova concepção operacional.
Com a evolução rápida da Aviação nessa época, havia necessidade de engenheiros aeronáuticos.
Vários engenheiros foram formados na Escola Técnica do Exército. Foi criada a Comissão de Organização do Centro Técnico da Aeronáutica (COCTA), em 29 de janeiro de 1946, subordinada ao Ministro da Aeronáutica, para dar curso à implantação do Plano elaborado pelo Professor Richard H. Smith, acompanhado pelo Tenente-Coronel Aviador Montenegro, no qual o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) teria a prioridade de implantação.
As obras do CTA, iniciadas em 1947, permitiram que o ITA passasse a funcionar no primeiro semestre de 1950.
O Ministro Trompowsky foi, portanto, um dos grandes responsáveis pela existência do CTA e do ITA.
A Diretoria de Intendência, tendo sido criada, construiu o Depósito Central de Intendência, em Marechal Hermes, RJ; instalou o Reembolsável Central de Intendência e os Reembolsáveis Regionais; organizou as Fazendas de Pirassununga e de Jacarepaguá, assim como a Lavanderia da Aeronáutica.
Concedeu autonomia administrativa aos Núcleos de Parque de Aeronáutica de Recife, de Belém e de Porto Alegre, que passaram a funcionar como 4º Escalão de Suprimento e Manutenção. A Diretoria do Material foi reorganizada com um novo Regularmento, e foi implantado o Sistema Kardex nos Parques do Rio de Janeiro e de São Paulo e no Depósito de Aeronáutica do Rio de Janeiro.
Foi criado o Serviço de Transporte e ativado o Parque de Viaturas.
Em 5 de dezembro de 1947, o nome de Alberto Santos-Dumont foi incluído, em caráter permanente, no Almanaque do Ministério da Aeronáutica no posto de tenente-brigadeiro.
Em 1948, foram aprovados o regulamento para o Serviço de Investigações de Acidentes Aeronáuticos e as Instruções para a Concessão de Funcionamento e Realização de Tráfego das Empresas de Táxi Aéreo.
Na área de Saúde, restruturou o Serviço de Saúde, criou o Quadro de Farmacêuticos de Saúde da Aeronáutica e o Curso de Formação de Enfermeiros da Aeronáutica.
Através da Diretoria de Aeronáutica Civil, o Ministério subvencionou várias Linhas de penetração interiorana, assim como, aeroclubes do interior e os que possuíam escola de formação de pilotos.
As obras da construção da ponte, que ligava o continente à Ilha do Governador, iniciada com o Ministro Dr. Salgado Filho, foi inaugurada em 31 de janeiro de 1949 pelo Ministro Trompowsky.
Naquele ano, 1949, ficaram prontos o Edifício Central do Aeroporto Santos-Dumont e do hangar nº 3, iniciado em 1945.
Durante a sua gestão, foram adquiridas várias aeronaves para a Força Aérea Brasileira.
No ano de 1947, foram trazidos por tripulações brasileiras, cem aviões de treinamento avançado North American AT-6.
Ao final de 1947 e o início de 1948, foram adquiridos 25 aviões de caça Republic P-47 “Thunderbolt” e 60 aviões de bombardeio médio North American B-25 “Mitchell”.
Foram adquiridos, também, de 1946 a 1950, 64 aviões bimotores Beechcraft(AT-7, AT-11 e C-45) e 30 aviões de transporte bimotores Douglas (C-47 e DC-3).
Muitos outros fatos poderiam ser lembrados para enaltecer a administração do segundo Ministro da Aeronáutica. Numa síntese de tudo, basta lembrar sua atuação serena e patriótica durante os tempos atribulados de então. Quando iniciou sua gestão, a Aeronáutica acabara de viver horas difíceis. As paixões políticas estavam exacerbadas. O final de 1945 fora difícil para o país culminando essas dificuldades com a renúncia do próprio Presidente da República. Este, por suas ligações com a Aeronáutica, e pela simpatia e eficiência do seu Ministro Salgado Filho, naturalmente tinha seus admiradores e amigos. Por outro lado, o grande líder da Aviação, Eduardo Gomes, ao perder as eleições para a Presidência da República, trouxera uma frustração para os seus liderados.
Dentro desse clima, não deve ter sido fácil ao Ministro conduzir, no início, os negócios da Aeronáutica. Sua grandeza, porém, fez com que se amainassem os ressentimentos e, aos poucos, as consciências e as atenções foram se voltando para os grandes objetivos da nossa Aviação.
Por decreto de 9 de janeiro de 1951, vinte dias antes de deixar o Ministério, foi nomeado Ministro do Superior Tribunal Militar. Em 30 de janeiro de 1959, é aposentado por completar setenta anos. Nesses oito anos de magistrado, distribuiu justiça, pois era digno, independente, sereno e compreensivo. Em 12 de março de 1959, é promovido a Marechal-do-Ar de acordo com a legislação em vigor. A 16 de janeiro de 1964 veio a falecer.
O Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica (INCAER) reconhece nele um lídimo representante da “CLASSE QUE REPELE, PELO RESPEITO DE UMA LEGÍTIMA COMPREENSÃO, O QUE ABSTARDA E AMESQUINHA”, palavras do Ministro Trompowsky quando presidiu a instalação do Clube de Aeronáutica, a 5 de agosto de 1946. Ao ser criada a Galeria dos Patronos do INCAER, teve seu nome aprovado na Cadeira nº 6.

Dados Biográficos
Filiação: Roberto Trompowsky Leitão de Almeida e Luiza Figueira Trompowsky de Almeida.
Naturalidade: Rio de Janeiro (RJ)
Nascimento: 30 de janeiro de 1889
Esposa: Séfora Franco
Filhos: uma filha
Data de Praça: 11 de abril de 1906
Declaração de Guarda-Marinha: 12 de janeiro de 1909
Promoções:
Segundo-Tenente: 6 de outubro de 1910
Primeiro-Tenente: 3 de junho de 1914
Capitão-Tenente: 30 de novembro de 1921
Capitão-de-Corveta: 25 de fevereiro de 1932
Capitão-de-Fragata: 15 de junho de 1933
Capitão-de-Mar-e-Guerra: 21 de fevereiro de 1937
Contra-Almirante: 16 de fevereiro de 1940
Major-Brigadeiro-do-Ar: 1º de abril de 1942
Tenente-Brigadeiro-do-Ar: 20 de setembro de 1946
Marechal-do-Ar: 30 de janeiro de 1959

Cursos acadêmicos:
Escola Naval
Aviador Naval
Comando da Escola de Guerra Naval

Principais cargos e funções:
Instrutor de vôo na Escola de Aviação Naval
Comandante da Esquadrilha de Caça
Oficial de Ligação entre a Escola de Aviação Naval e o Estado-Maior da Armada
Chefe do Departamento do Pessoal do Centro de Aviação Naval do Rio de Janeiro
Auxiliar de Ensino na Escola de Guerra Naval
Secretário Militar na Escola de Guerra Naval
Comandante da Escola de Aviação Naval
Diretor Geral da Aeronáutica Naval
Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica
Ministro da Aeronáutica
Ministro do Superior Tribunal Militar

Medalhas e Condecorações:
Ordem do Mérito Aeronáutico, grau de Grande Oficial
Ordem da Coroa da Itália, grau de Cavaleiro
Medalha Militar de Ouro
Medalha da Campanha do Atlântico Sul
Legião do Mérito, grau de Comandante, conferido pelo Governo Americano
Brevê do “Command Pilot Wings” da Força Aérea Americana

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